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Cris Faus
Sete Lagoas (MG)
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Direito Administrativo
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É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...
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Cris Faus
Comentário ·
há 7 anos
Advogo sozinho e sem dinheiro. E agora?
Thaiza Vitoria
·
há 7 anos
Artigo inteligente. Despertou um debate interessante - muito do que se falou - todos que trabalham com Direito já passaram. Faz parte, como em qualquer profissão. Ainda mais advocacia que lida com pessoas - com seus anseios e fraquezas - sem ser (ou até sendo um pouco) psicólogo. O bom é que se falou da profissão e dos profissionais sem o pedestal - por um simples choque de realidade.
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Moises Goncalves
Comentário ·
há 7 anos
Advogo sozinho e sem dinheiro. E agora?
Thaiza Vitoria
·
há 7 anos
Passei por muitos dissabores quando comecei a advogar. Foram-se quase 7 anos de tentativas... até aceitar trabalhar como advogado associado num destes escritórios monstruosos ganhando uns centavos que tenho vergonha de chamar de salário. Após um ano, voltei a advogar por conta própria. Novamente, me estrepei. Parei e fui ganhar a vida desenhando caricaturas e materiais publicitários. Só voltei a advogar quando assumi um cargo de Procurador municipal.
Não "sirvo" para a advocacia solitária. Gosto de estudar. Pretendo a área acadêmica, que vou buscar no ano vindouro. Mas advogar por conta própria nunca mais. Tenho muitos amigos advogados, porém, que "se deram bem". Geralmente, fazendo associação com advogados mais experientes, em que se partilham dos honorários. A advocacia consultiva também ajuda, pois é muito mais rápida - mas precisa de um certo renome, pois ninguém paga por consulta de advogado novo. Elaboração de pareceres jurídicos é algo que me interessa bastante também.
Não recomendo utilizar Facebook para fazer propaganda, pois há muitos algoritmos que restringem demais o alcance das postagens. Instagram também não funciona. Nunca me serviram; nem para advocacia, nem a publicidade.
Enfim, não tenho nenhuma dica de como advogar por conta própria e ter receita suficiente para se pagar e guardar dinheiro. Acho que, primeiramente, é preciso gostar muito - muito mesmo - de advogar, pois os primeiros anos serão tensos. Tem de saber "se vender", também. Timidez, neste caso, só atrapalha. Advocacia privada é quase uma empresa, uma prestação de serviços - só que, no nosso caso, estamos proibidos, pelo Código de Ética, de fazer propaganda pelos meios usuais de mercado.
Só o que tenho a desejar é boa sorte a quem estiver começando. Tem gente que vai fazer tudo "certinho" e se dar mal do mesmo jeito; e gente que vai ganhar muito dinheiro com a advocacia solitária. Tem uma hora, porém, que o ideal será largar tudo e tentar outra coisa. Não é demérito nenhum aceitar que advocacia "não é pra você". Quando todas as tentativas falham, pode ser o momento de se permitir explorar alguma outra área e buscar outra profissão.
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Fernando Antonio Moreira Pinto
Comentário ·
há 7 anos
Advogo sozinho e sem dinheiro. E agora?
Thaiza Vitoria
·
há 7 anos
O comentário da Dra Alice Aquino, traduz em linha e meia o que eu gastaria 20 laudas para explicar.
Me formei aos 43 anos após uma graduação ja com família constituída.
Abri mão de um escritorio em sociedade em frente a Justiça do Trabalho e por comodidade e melhor qualidade de vida abri um no andar de baixo da minha casa.
Minha renda anual cresce em média 30%.
E não ha segredo. Você que está em inicio de carreira não escolha um segmento único de trabalho. Pegue tudo, absolutamente tudo que aparecer no seu escritorio. Isso te dará um conhecimento amplo das áreas do Direito e diferentemente da formação acadêmica uma condição melhor de se espcializar em alguma delas, somente após sua estabilidade financeira.
Não creia em cartilhas e em receitas de bolo, creia em você! Se estas cartilhas dessem realmente certo, estes que a ministram estariam com seus escritórios lotados e não teriam tempo de elaborar fórmulas, pois estariam absorvidos pelas demandas dos próprios escritórios.
Vou ao supermercado e por la ficam dezenas de cartões, idem na padaria, na oficna, no médico, no borrracheiro, na pizzaria... Assim, as coisas caminham. Seja justo e honesto com seus clientes e eles serão sua melhor mídia. Não aceitem as propostas insanas de bancas que oferecem pouco mais de mil reais de trabalho para você, pois um único testamento com pouco mais de hora de trabalho te renderão mais que isso.
O segredo, como disse nossa colega é trabalhar, mas sobretudo ter muita disciplina e acreditar na sua capacidade pessoal.
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Sidnei Costa
Comentário ·
há 7 anos
Adeus, BacenJud! (?)
Estevan Facure
·
há 7 anos
Dr. Raquel, acredito que a Sra não tenha verificado a questão como um todo. O BACEN, de fato não distingue os valores ou a natureza das contas/investimentos. Ele é um sistema de constrição e pronto. O que se poderia discutir, seria se o Magistrado (já que a ordem de bloqueio e o acesso ao sistema é realizado com cadastro do juiz) deveria analisar a natureza dos valores constritos do devedor.
Mas vamos mais adiante. Uma vez constrito valor impenhorável, como o de conta poupança, o devedor possui meios jurídicos de retirar tal constrição, como Embargos a Execução e Exceção de Pré Executividade. Somente após tais medidas, se a constrição fosse mantida, é que seria crível falar em responsabilização do magistrado, pois aí sim, ele teria agido contra a ordem legal, em flagrante abuso de autoridade.
Quanto a informação dos bloqueios à maior, o sistema do BACEN já foi modernizado há alguns anos. A ordem de bloqueio, de fato, é expedida para todas as contas do Devedor, no limite da importância devida. Todavia, o sistema, atualmente, retira a constrição automaticamente, quando se obtém êxito na garantia da execução, com o bloqueio de alguma conta...
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